Quais perguntas fazer em uma consulta médica? 6 questões que não podem faltar

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Geralmente, quando percebemos que algo não vai bem, agendamos uma visita a um profissional de saúde. Acontece que, diante da incerteza e na ânsia de descobrir o que há de errado, muitas vezes, não sabemos quais perguntas fazer para aproveitar o momento da consulta. Se isso já aconteceu com você, não se preocupe! Essa sensação é mais comum do que se imagina.

Para evitar que isso aconteça, criamos este artigo. Nele, trouxemos seis questionamentos que não podem faltar ao falar com o seu médico ou farmacêutico de confiança. Afinal, conversar e questionar sobre sua saúde é muito importante para a definição de um possível tratamento. Confira nossas dicas!

A importância de questionar o médico

Fazer perguntas na consulta é uma prática de grande importância para o sucesso do tratamento, uma vez que você se sentirá mais confiante durante esse processo. Além disso, muitas dúvidas relacionadas ao seu diagnóstico, exames, tratamento e acompanhamento, podem ser sanadas e você terá a certeza de que compreendeu as orientações que lhe foram passadas.

Isso é ainda mais essencial quando o paciente recebe um diagnóstico novo, de algum problema de saúde que não sabia ter. Essa é uma maneira, inclusive, de você se tornar mais participativo no seu tratamento e mais empoderado nesse momento. Além do próprio paciente, as perguntas também podem ser feitas pelos acompanhantes, como os cuidadores dos idosos ou familiares.

Sabendo disso, você verá tópicos a seguir sobre quais perguntas fazer em uma consulta médica. Então, separamos 6 questões que não podem ser esquecidas.

1. Afinal, o que eu tenho?

Apesar de parecer natural, essa é uma pergunta extremamente necessária de ser feita e não pode ser ignorada. Isso porque muitas pessoas acabam saindo dos consultórios sem saber, de fato, o seu diagnóstico, afinal, quando não questionado, o profissional de saúde à sua frente pode deduzir que você não possui dúvida alguma. Por isso, não sinta receio em perguntar sobre termos ou expressões técnicas, e lembre-se de que o profissional que cuida de você deseja o melhor para você e para sua saúde!

Então, questione sobre o que você tem. Saiba detalhes de como é, o que provoca, as consequências da sua condição, além de descobrir o que levou o médico a chegar a essa conclusão. Isso fará você ter consciência do seu real estado de saúde e o ajudará a perceber a importância de exercer atitudes que auxiliam no controle do problema de saúde.

2. Preciso realizar algum exame?

Às vezes, em consultório, o médico dá um pré-diagnóstico baseado em informações que ele obteve de você, por meio de perguntas e questionamentos que auxiliam a identificar o seu histórico.

Após esse primeiro passo, aAlguns problemas de saúde necessitam da realização de exames para que o quadro seja confirmado. Se esse for o seu caso, pergunte quais são esses exames e para que eles servem. Aproveite e verifique as recomendações para a realização com o laboratório que você realizará o exame, por exemplo:

  • Quanto tempo demora para ter acesso ao resultado?
  • Necessita levar acompanhante?
  • É preciso estar em jejum?
  • Quais são os cuidados necessários para realizar esse exame?
  • Exige algum preparo prévio?

3. Como funcionará o meu tratamento?

Nada de sair do consultório cheio de perguntas sobre os medicamentos indicados! O especialista está ali para esclarecer questões diversas, inclusive relacionadas aos fármacos receitados. Então, não tenha vergonha de perguntar para que serve cada recomendação.

Caso o profissional indique outras opções terapêuticas, fique à vontade para buscar saber o motivo. Em algumas situações, haverá a indicação de acompanhamento com uma equipe multidisciplinar de saúde, sendo importante a visita a psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, fisioterapeutas e muitas outras especialidades. Nesses casos, lembre-se também de perguntar como será realizado o seu tratamento com cada especialidade.

4. Os medicamentos causarão efeitos colaterais?

Muitos pacientes ficam receosos na hora de questionar se os medicamentos causarão efeitos colaterais. Porém, essa pergunta poderá ajudá-lo a identificar algum efeito colateral se você sentir algo diferente do usual e, consequentemente, você poderá se comunicar com mais clareza com o profissional da saúde que te acompanha nesse momento.

Algumas substâncias, por exemplo, podem causar sonolência, sendo recomendado evitar dirigir ou operar máquinas durante o tratamento. Se você desejar, pode perguntar quais reações adversas o fármaco poderá causar, como dores de cabeça, tontura, coceira entre outras coisas. Entretanto, é importante ter calma e discernimento com essa questão, uma vez que os possíveis efeitos colaterais nem sempre acontecem da mesma forma para todas as pessoas. Se não houver um controle da sua reação ao saber dessas informações, o fator psicológico pode influenciar e pregar peças em quem administra o medicamento.

Além de conversar sobre isso com o seu médico, você pode recorrer a um farmacêutico para te auxiliar com essas questões. Certamente, ele esclarecerá todas as dúvidas relacionadas aos medicamentos.

5. Quais horários devo tomar os medicamentos e o que fazer caso esqueça algum?

Saber os horários de tomar medicamentos é indispensável para o sucesso do tratamento. A maioria pode ser utilizada em diferentes momentos do dia, com ou sem alimentos, mas não se esqueça de se informar com o seu médico e farmacêutico sobre as exceções às essas regras. Ainda, cada substância tem o seu tempo de absorção, ação e eliminação. Por isso, é essencial respeitar os intervalos entre uma dose e outra e ingerir os medicamentos sempre nos mesmos horários todos os dias durante o tratamento.

Para indicar os horários de administração dos medicamentos, normalmente, o médico leva em consideração a sua rotina. Então, ele deve questionar sobre o seu dia a dia, alimentação, sono etc. Também não esqueça de se manifestar caso o profissional escolha algum horário que não seja o melhor para você! Afinal ele usará essa informação para chegar a um acordo que faça bem a sua saúde e encaixe nos seus hábitos.  Além disso não deixe de perguntar sobre o que fazer caso você se esqueça de tomar o medicamento na hora correta.

6. Quando poderei suspender o tratamento?

É fundamental saber a resposta dessa pergunta. Isso porque muitas pessoas, no primeiro sinal de melhora, deixam seu medicamento de lado, achando que a situação já está resolvida. Essa prática não é recomendada, podendo, algumas vezes, piorar o quadro de saúde. E não se esqueça: alguns medicamentos são utilizados por tempo indeterminado, e, às vezes, por toda a vida, como ocorre com algumas das doenças crônicas.

O mesmo é válido quando há indicação de acompanhamento com outros profissionais. Caso o médico indique 6 sessões de fisioterapia, por exemplo, é importante que a recomendação seja cumprida conforme a orientação que lhe foi dada. A alta deve ser realizada pelos agentes de saúde, mas é claro: se você não quiser continuar com alguma forma de tratamento, é seu direito comunicar isso aos profissionais que cuidam de você, assim vocês poderão encontrar a melhor solução juntos!

Gostou deste artigo? Essas são apenas algumas perguntas para se fazer em uma consulta médica. É importante você ter consciência de que tem liberdade para conversar com o profissional de saúde e tirar suas dúvidas. Se preferir, pode anotar esses tópicos que apresentamos e levar como uma colinha em suas visitas ao médico.

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