Empoderamento do paciente: do que se trata e por que é importante?

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Quando você está doente, costuma procurar a ajuda de um profissional da saúde ― médico ou farmacêutico ― para receber orientações para o tratamento do seu problema? Caso sua resposta seja positiva, entenda que essa é uma escolha que influencia positiva e diretamente o seu bem-estar, além de ser uma ação que já demonstra seu empoderamento como paciente 

Se você nunca ouviu falar sobre esse tema, não tem problema. Preparamos este artigo para ajudá-lo a conhecer mais o seu papel como personagem ativo durante um tratamento medicamentoso. Continue a leitura e saiba mais. 

O que é o empoderamento do paciente? 

Como a própria palavra sugere, o empoderamento do paciente é o poder do indivíduo em participar ativamente das decisões sobre a própria saúde, junto aos profissionais de saúde responsáveis pelo seu acompanhamento. Em outras palavras, é o seu envolvimento durante todo o tratamento. Esse é um processo atual e de transformação de atendimentos, além de ser uma das práticas humanizadas de cuidados à saúde. Isso porque permite que os profissionais conheçam melhor seus pacientes, comunidade e a realidade da região onde atuam. Dessa maneira, o processo de cura ou tratamento contínuo vai além de uma consulta e da administração de medicamentos. 

Dessa forma, podemos começar a entender o tema reforçando que informação é a palavra-chave no empoderamento do paciente. Tanto para o médico, quanto para o indivíduo em atendimento. Então, por meio dessa prática há mais diálogo entre ele, os médicos e os farmacêuticos. Assim, proporcionando a identificação de necessidades específicas de cada pessoa e direcionando um melhor tratamento, que esteja de acordo com suas condições sociais e financeiras. Além do que, as decisões não são apenas impostas pelo profissional: são tomadas junto ao indivíduo em consulta. 

Como posso ser um paciente empoderado? 

É importante dizer que ninguém conhece melhor o seu histórico de saúde do que você mesmo! Por isso, ter envolvimento no que diz respeito a ela é muito importante para o sucesso de qualquer tratamento.  

Então, sempre que for a uma consulta, seja com o médico ou com o farmacêutico, questione-o, tire todas as suas dúvidas. Informe sobre possíveis alergias, conte sobre experiências passadas com medicamentos, seus medos e seus receios. Ter um diálogo aberto ajudará o profissional a elaborar um melhor plano de tratamento para o seu quadro.  

Caso o médico receite uma substância que você não conhece, pergunte para que ela serve, quais os possíveis efeitos colaterais e os benefícios. Verifique, também, quais outras atitudes você pode tomar para ajudar no sucesso do seu tratamento, como a prática de atividades físicas. Não se esqueça também de conversar a respeito dos horários de administração do medicamento.  

O empoderamento do paciente não se resume a apenas questionar e, sim, de ajudar a tomar as decisões sobre seu tratamento. Por exemplo, muitas pessoas não sabem que têm o direito de utilizar medicamentos genéricos. Se for da vontade do paciente adquirir esse tipo de fármaco, ele pode indicar o seu desejo ao médico, caso esse receite o nome comercial de uma substância.  

O profissional de saúde pode ajudar no empoderamento do paciente? 

É papel do profissional de saúde estimular o empoderamento do paciente, indicando que ele tem papel ativo nas escolhas sobre seu tratamento. Na própria consulta, o médico pode explicar as opções de exames, medicamentos, técnicas terapêuticas, perguntando, sempre que possível, o que o paciente acha daquela sugestão.  

Além disso, deve registrar nos prontuários essas escolhas para que outros médicos continuem seguindo as orientações. Saber como é a rotina e dieta da pessoa em tratamento, por exemplo, pode evitar interações entre medicamentos e alimentos 

Deixar o paciente ciente do seu papel na continuidade do tratamento e no uso correto dos medicamentos é fundamental para evitar erros nas doses e horários, por exemplo. Isso vale principalmente para quem tem doenças crônicas.  

Também, caso ele necessite de ajuda para administrar seus medicamentos, poderá escolher uma pessoa de confiança para isso. Até mesmo em casas de repousos onde há vários cuidadores, o idoso pode se sentir mais à vontade na presença de um colaborador do que de outro. Ou seja, nesses casos é importante dar autonomia ao paciente para que ele possa escolher quem vai acompanhá-lo em suas rotinas. 

Conseguiu entender mais sobre como o empoderamento do paciente é importante? Sem essa participação ativa, o resultado do tratamento pode ser comprometido. Então, na hora de visitar o médico ou o farmacêutico de sua confiança, converse com ele. Tire todas as dúvidas sobre os medicamentos, exames e demais procedimentos recomendados para a melhora do seu quadro. 

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